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Fivoria
Polimento tira-riscos para carro contra riscos ligeiros
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Por lei: 14 dias para devolver a encomenda · 3 anos de garantia legal
O que faz
Polimento tira-riscos que se aplica à mão com uma esponja ou um pano de microfibras. Atenua riscos superficiais, marcas circulares da lavagem e raspões que ficam na camada de verniz. Não repara os riscos profundos que chegam ao primário ou ao metal.
Especificações
| Tipo de produto | Polimento tira-riscos de aplicação manual |
|---|---|
| Textura | Pasta cremosa |
| Conteúdo | 100 ml |
| Material da embalagem | Bisnaga de plástico com tampa de rosca |
| Dimensões | Aprox. 15 × 5 × 4 cm (embalagem) |
| Peso | Aprox. 130 g |
| Compatibilidade | Pintura com verniz brilhante de qualquer cor; não adequado para pintura mate, vinil nem plásticos por pintar |
| Cor do produto | Branco |
| Aplicação | À mão, com esponja ou pano de microfibras |
| Garantia | 3 anos de garantia legal |
O que vem na caixa

- Polimento tira-riscos Fivoria
- Esponja aplicadora
- Pano de microfibras
- Instruções de utilização
Ler a descrição completa
O Fivoria é um polimento tira-riscos para carro que se aplica à mão, com uma esponja ou um pano de microfibras, sem polidora. Serve para as marcas que ficam na camada de verniz: riscos finos de ramos ou das unhas junto aos puxadores, marcas circulares da lavagem e raspões que deixam tinta de outro carro ou de um pilar. É para quem quer melhorar o aspeto da carroçaria em casa, com alguma paciência, sem ir à oficina por causa de uma marca pequena. Não é uma tinta nem um enchimento, e não repara riscos profundos.
Que riscos do carro tira e quais não tira
A pintura de um carro tem por cima uma camada transparente de verniz. Um polimento trabalha nessa camada: as suas partículas abrasivas, muito finas, alisam as arestas do risco até que deixa de refletir a luz e se nota muito menos ou deixa de se ver.
Para saberes se o teu risco é desse tipo, passa a unha por cima. Se deslizar sem prender, é superficial e vale a pena experimentar. Se prender, ou se no fundo vires cinzento, branco ou metal, o dano atravessou o verniz e precisa de pintura.
Polimento para carro à mão, sem polidora
Não é preciso máquina nem experiência. Trabalha-se por zonas pequenas, com pouca quantidade e movimentos circulares, e verifica-se o resultado a cada poucas passagens. À mão avança-se mais devagar do que com uma polidora, mas também é mais difícil exagerar e aquecer a pintura, que é o erro habitual de quem começa.
Marcas de lavagem, raspões de estacionamento e pintura sem brilho
Além de riscos isolados, resulta bem nos remoinhos deixados pelas lavagens automáticas e pelas esponjas sujas, na zona riscada por baixo dos puxadores e nos raspões de estacionamento que, na verdade, são tinta alheia agarrada à tua. Ao alisar o verniz, a zona tratada recupera também parte do brilho.
Como tirar riscos do carro passo a passo
Lava e seca a zona
O pó e a areia riscam ao esfregar. Trabalha à sombra e com a chapa fria.
Experimenta num sítio pouco visível
Aplica um pouco numa zona escondida, como a parte de baixo de uma porta, e confirma que o acabamento fica uniforme.
Esfrega em círculos
Põe uma pequena quantidade na esponja ou no pano e trabalha uma zona do tamanho da tua mão com pressão moderada.
Retira e verifica
Limpa os restos com um pano de microfibras limpo e observa o risco com a luz de lado. Repete se melhorou mas ainda lá está.
Protege com cera
O polimento leva a cera que existia. Aplica depois uma cera ou um selante para proteger o verniz.
Conservação e cuidados depois de polir
Fecha bem a embalagem e guarda-a num local fresco, longe do sol e da geada e fora do alcance das crianças. Lava a esponja e o pano com água e sabão depois de os usares e deixa-os secar; se caírem ao chão, não os uses sem os lavar, porque um grão de areia risca mais do que a marca que querias tirar. Na carroçaria, mantém a zona com lavagens suaves e uma camada de cera de vez em quando.
Perguntas frequentes
Um tira-riscos para carro funciona mesmo?
Funciona em riscos superficiais, os que ficam na camada de verniz. Alisa-os até deixarem de refletir a luz e notarem-se muito menos ou deixarem de se ver. Não enche nem repinta: se o risco atravessou o verniz, o polimento pode suavizar as arestas, mas a marca continua lá.
Como sei se o meu risco é superficial ou profundo?
Faz o teste da unha: passa-a devagar a atravessar o risco. Se deslizar, a marca está no verniz e o polimento resolve. Se prender, ou se vires cinzento, branco ou metal no fundo, chega ao primário ou à chapa. O Fivoria não repara esses riscos; precisam de pintura.
Pode danificar a pintura do carro?
Bem usado, não: retira uma quantidade muito pequena de verniz. O risco está em esfregar com um pano sujo, fazer demasiada pressão ou repetir muitas vezes no mesmo ponto. Por isso convém experimentá-lo sempre antes numa zona pouco visível e parar se, depois de duas ou três tentativas, o risco continuar igual: será demasiado profundo.
Serve para qualquer cor de carro, também preto ou metalizado?
Trabalha sobre o verniz transparente e não sobre a cor, por isso, em princípio, serve para pinturas brilhantes de qualquer tom, incluindo as metalizadas. No preto e nas cores muito intensas qualquer marca se vê mais, incluindo as do próprio polimento: usa um pano muito limpo, pouca pressão e experimenta antes numa zona escondida.
É preciso encerar o carro depois de polir?
Sim, é recomendável. O polimento retira a cera ou o selante que a zona tivesse, e o verniz fica limpo mas sem proteção. Aplica uma cera ou um selante depois de retirares os restos. Além de proteger, a cera ajuda a igualar o brilho entre a zona tratada e o resto da chapa.
Tira riscos de plásticos, faróis ou vidros?
Não foi pensado para isso. Em plásticos por pintar e borrachas deixa resíduos esbranquiçados difíceis de tirar; protege-os com fita de pintor se estiverem junto ao risco. Os faróis e os vidros precisam de produtos específicos. Usa-o em carroçaria pintada com verniz brilhante, e nunca em pintura mate nem em vinil.


